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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Leitura do dia Salmo 1

Salmos 1

Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.
Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.
Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.
Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.
Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Leitura do dia Lucas 2


Lucas 2

E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse
(Este primeiro alistamento foi feito sendo Quirino presidente da Síria).
E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade.
E subiu também José da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém (porque era da casa e família de Davi),
A fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.
E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz.
E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.
Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho.
E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor.
E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo:
Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
E isto vos será por sinal: Achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura.
E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus, e dizendo:
Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens.
E aconteceu que, ausentando-se deles os anjos para o céu, disseram os pastores uns aos outros: Vamos, pois, até Belém, e vejamos isso que aconteceu, e que o Senhor nos fez saber.
E foram apressadamente, e acharam Maria, e José, e o menino deitado na manjedoura.
E, vendo-o, divulgaram a palavra que acerca do menino lhes fora dita;
E todos os que a ouviram se maravilharam do que os pastores lhes diziam.
Mas Maria guardava todas estas coisas, conferindo-as em seu coração.
E voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes havia sido dito.
E, quando os oito dias foram cumpridos, para circuncidar o menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido.
E, cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor
(Segundo o que está escrito na lei do Senhor: Todo o macho primogênito será consagrado ao Senhor);
E para darem a oferta segundo o disposto na lei do Senhor: Um par de rolas ou dois pombinhos.
Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele.
E fora-lhe revelado, pelo Espírito Santo, que ele não morreria antes de ter visto o Cristo do Senhor.
E pelo Espírito foi ao templo e, quando os pais trouxeram o menino Jesus, para com ele procederem segundo o uso da lei,
Ele, então, o tomou em seus braços, e louvou a Deus, e disse:
Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, Segundo a tua palavra;
Pois já os meus olhos viram a tua salvação,
A qual tu preparaste perante a face de todos os povos;
Luz para iluminar as nações, E para glória de teu povo Israel.
E José, e sua mãe, se maravilharam das coisas que dele se diziam.
E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado
(E uma espada traspassará também a tua própria alma); para que se manifestem os pensamentos de muitos corações.
E estava ali a profetisa Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Esta era já avançada em idade, e tinha vivido com o marido sete anos, desde a sua virgindade;
E era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia.
E sobrevindo na mesma hora, ela dava graças a Deus, e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém.
E, quando acabaram de cumprir tudo segundo a lei do Senhor, voltaram à Galiléia, para a sua cidade de Nazaré.
E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.
Ora, todos os anos iam seus pais a Jerusalém à festa da páscoa;
E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa.
E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube José, nem sua mãe.
Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia, e procuravam-no entre os parentes e conhecidos;
E, como o não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele.
E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os.
E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas.
E quando o viram, maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos.
E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?
E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia.
E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no seu coração todas estas coisas.
E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.Parte inferior do formulário

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Leitura do Dia Romanos 8

Meditem...

Romanos 8

Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.
Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne;
Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.
Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.
Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz.
Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.
Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.
Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.
E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça.
E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita.
De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne.
Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.
Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.
Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.
O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.
E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.
Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.
Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus.
Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou,
Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora.
E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.
Porque em esperança fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará?
Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o esperamos.
E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.
E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos.
E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.
E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou.
Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?
Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?
Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.
Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.
Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro.
Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. 

domingo, 16 de dezembro de 2012

Leitura do Dia 1 Coríntios 13



  



1 Coríntios 13
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

Versículos do dia


Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? Ouvi-me atentamente, e comei o que é bom, e a vossa alma se deleite com a gordura.Isaías 55:2
E chegaram também uns publicanos, para serem batizados, e disseram-lhe: Mestre, que devemos fazer? E ele lhes disse: Não peçais mais do que o que vos está ordenado.Lucas 3:12,13


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Culto em Ações de Graças do conj. Paz no Vale

09 de Dezembro 2012

Deus agiu tremendamente,  2 batismos com Espírito Santo, dons de Profecia, Renovação e 1 jovem para Jesus




                                                                Gesto: vencendo de pé





































sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O Livro de Habacuque


O Livro de Habacuque

Análise nº 35
Palavra Chave: "Porquê?” – 1:3
Mensagem:  “A constância de Deus consigo, mesmo à vista do mal permitido”.
AUTOR: Alguns têm deduzido da sua oração-salmo (capítulo 3), e da instrução ao "diretor de música", que o profeta era um cantor no templo. Esta dedução, contudo, não passa de conjectura.
DATA: Indeterminada. O profeta evidentemente viveu no período babilônico (caldeu). Muitos eruditos fixam o tempo da profecia durante o reinado de Jeoiaquim.
TEMA PRINCIPAL: Os mistérios da providência.
SINOPSE
O livro começa com o profeta em um estado de perplexidade sobre o mistério da maldade não castigada no mundo.
Os primeiros dois capítulos estão principalmente compostos de um diálogo entre Habacuque e o Senhor.
·         (1) O profeta se queixa perante Deus da violência pecaminosa em toda a parte. Sem dúvida, nenhum castigo é infligido aos maus, 1:1-4.
·         (2) Recebe uma resposta que revela o plano divino do uso dos babilônios (caldeus) como um instrumento de juízo ativo e terrível contra as nações perversas, 1:5-11.
·         (3) Todavia, o problema moral não tem sido respondido na mente do profeta. Como pode um Deus santo usar a estes pagãos perversos para destruir gente mais justa do que eles? A maldade e a violência vão continuar para sempre? 1:12-17.
·         (4) O profeta ascende à sua fortaleza para observar o mundo. Recebe a resposta de que o propósito do Senhor será cumprido em breve, e é animado a esperar esse cumprimento, 2:1-3. Logo segue uma frase que tem sido um lema da igreja cristã, 2:4.
·         (5) Contente com a nova luz recebida, o profeta profere uma série de cinco maldições contra a falta de honradez (2:6), a ganância (2:9), aos empreendimentos de edificação sanguinários (2:12), a libertinagem (2:15), e a idolatria (2:18-20), de que é objeto a grande potência mundial.
·         (6) Finalmente pronuncia uma oração sublime (o salmo de louvor) no qual fala da majestade e da glória do Senhor e declara a sua confiança firme nos planos divinos, 3:1-19.
PASSAGENS NOTÁVEIS
2:4, a estrela da manhã da Reforma, Romanos 1:17; Hebreus 10:38.
2:14, o triunfo das missões.
2:15, a maldição aos que embriagam a outros.
3:17-18, uma fé que conquista tudo.
EXCELENTE LITERATURA

Observado, simplesmente, como literatura (embora seja, infinitamente, mais do que isso), este livro surge proeminente pela sua extraordinária beleza. Dizem que Benjamin Franklin leu Habacuque num círculo literário, em Paris, grangeando para o seu autor o tributo e admiração de todos, unânimes em confessar que nunca dele haviam ouvido antes. 

A descrição da majestade e da revelação própria de Deus, no cap. 3, é algo de supremo: o livro todo é escrito em acentuado gênero lírico, aproximando-se dos Salmos, na sua estrutura, mais do que qualquer outro escrito profético.
QUEM ERA HABACUQUE?

O que ele escreve de si mesmo explica a semelhança dos seus escrito com os Salmos. Não era somente um profeta, 1:1, também um dos cantores levíticos do Templo, 3:19. Além disso, nada mais se sabe do profeta. 

A julgar 1:5,6, onde se fala da invasão caldaica, como fato futuro embora iminente, ele deveria ter vivido e trabalhado na última parte do reinado de Joás (II Reis 22:18-20). A invasão teve lugar 5 anos depois.
O AVÔ DA REFORMA

Este profeta foi um autêntico avô da Reforma. A grande doutrina da justificação pela fé, Paulo a aprendeu com Habacuque e Martinho Lutero a aprendeu de Paulo. 

Pode concluir-se que este livro foi um dos prediletos de Paulo, porque ele cita 1:5 na sua advertência aos judeus incrédulos, em Antióquia: (Atos 13:41) e quanto à célebre declaração de 2:4, Paulo a cita 3 vezes: - Rom. 1:17Gál. 3:11 e Heb. 10:38.
DIÁLOGOS

Este livro é notável pelo fato de que quase dois terços dele constituem diálogos entre o profeta e Deus.

Habacuque é chamado, não somente o “profeta da Fé”, como também de “livre pensador entre os profetas”. Não podia conciliar sua crença em Deus – tão bom e justo – com os fatos da vida como ele os via. Daí sua dúvida e “por quê?”.

Mas, com todo este mistério e perplexidade, justificando seu nome, (que significa: “abraçar”, “agarrar”) ele se agarrava a Deus, e derramando ante Ele suas dificuldades, em oração, aguardava, pacientemente (2:1) pela explicação divina.

A) PRIMEIRO DIÁLOGO

1) Ele estava perplexo com o silêncio e com a clemência de Deus, permitindo que o mal prosseguisse, e derrama sua alma a Deus. 
Cap. 1:1-4
A perplexidade do profeta pela: 
a) Negligência do Senhor às suas orações (1:2)
b) Aparente indiferença ao pecado e ao sofrimento (1:3,4)
2) Deus responde fazendo sentir que Seu silêncio não quer dizer ignorância ou indiferença, pois, logo trará o castigo àquela nação ímpia. 
Cap. 1:5-11
Deus respondeu que:
 
a) estava para fazer coisa incrível (5)
b) usaria os Caldeus para castigar Israel pelo seu pecado (6)
c) e, dá uma descrição característica dos caldeus (7-11)
B) SEGUNDO DIÁLOGO

3) A resposta do Senhor resolveu uma dificuldade, mas, suscitou um problema – vs. 13 – como poderia, um Deus puro, castigar Israel por uma nação muitas vezes pior do que ele. 
Cap. 1:12 – 2:1
O profeta confessa sua dificuldade em crer que: 
a) o Eterno e Santo Deus (12,13)
b) pudesse castigar um povo pecador por outro pior (12,13)
c) e permitir apanhar os homens como peixes (14,15)
d) quando eles se glorificam a si mesmos (16,17)
e) a paciência do profeta (2:1)
4) A isto responde o Senhor esclarecendo que não desconhecia a maldade do instrumento, que a seu tempo sofreria um castigo severo. 
Cap. 2:2-20
a) Deus ordena ao profeta para que escreva, bem claro o que ia dizer (2)
b) o que Deus tinha a fazer sucederia brevemente (3)
c) os contados como justos pela fé, seriam preservados daquelas terríveis tristezas (4)
d) e, então, Deus lança cinco “ais” contra os Caldeus
C) HINO E DOXOLOGIA DO PROFETA

5) Dissipando-se todas as suas dificuldades, e a calma de Deus apoderando-se de sua alma, o profeta extravasa todo o seu ser num hino vibrante, de oração, louvor e confiança em Deus.
 
Cap. 3
a) o profeta ora para que Deus renove Sua Graça libertadora (2)
b) e que, na execução do juízo se lembraria da misericórdia (2)
c) então descreve a majestade do Senhor no Sinai, e na ida adiante de Israel para possuir Canaã (3-15)
d) a evocação de tudo isto, traz descanso à sua alma (16)
e) e, confiança em Deus (17-19)

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